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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Jasmim nas mãos...

Colhi flores de jasmim que encontrei perto de casa... Fiz um chá maravilhoso!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

27 anos de FeliciMari...

Mari, Papis e Noivão em São Vicente... E tambem era dia dos pais... Tudo simplesmente belo!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Nenhum de nós...

Este enfeite de porta eu fiz para o Telecentro Nuto Sant'Anna e nele os anjos carecas cantam: "Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos"...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Flores lá de casa...

Estavam tão lindas que eu precisei guardá-las aqui: a rosa do Jardim da Vó (aquela do teatro) e o lírio que minha princesa me deu no aniversário do ano passado e floresceu de novo este ano. A vida é bela!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Porta-chaves reutilizando madeira

Apliquei as mascarinhas nestes porta-chaves...

E neste outro fiz uma pátina com colagem de estrelinhas...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Máscaras de Presente

Fiz estas máscaras de presente de aniversário para Verônica Mello, artista orientadora do grupo de teatro vocacional  na Biblioteca Nuto Sant'Anna do qual participo. Serve para pendurar no retrovisor ou na porta.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ikebana e Tai Chi Chuan com a Monja taoista Ana

Na Biblioteca Adelpha Figueiredo, toda quarta às 14hs. Zen..........

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Máscaras para a cena da Vó (Vocacional Nuto Sant'Anna)

Sarau na Biblioteca Adelpha Figueiredo

29 de Junho foi iniciado o Chá com Poesia, novo sarau da cidade. Nas fotos abaixo, Antonio Carlos (vigia da Biblioteca), violeiro autodidata tocando Bach e o artista Décio Drummond, um dos organizadores, sobrinho do poeta, declamando Elisa Lucinda e Jorge de Lima, entre outros. Ao final, o deleite de saborear madeleines (decoradas com morangos frescos) feitas e servidas pelo próprio Drummond (que diz ter seguido à risca a receita de "À Sombra das Raparigas em Flor"). Enfim, ao contrário da outra, dinheiro eu não tenho, mas não me falta glamour!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Histórias Tradicionais

Coletados em várias culturas e recontados sob focos atuais, preservam um valioso patrimonio imaterial: a transmissão oral do conhecimento, base de todas as civilizações.
Conteúdo filosófico transmitido de forma lúdica, utilizando música, bonecos, objetos e outros recursos visuais e sonoros. Todos os utensílios são confeccionados a partir de materiais reutilizáveis, permitindo tambem um disparador para ações de educação ambiental e cidadania através de oficinas ou vivências relacionadas.
No momento, estão em repertório quatro blocos temáticos:
- Cada um no seu lugar: a partir de um poema de Patativa do Assaré, seguem-se quatro fábulas tradicionais, coletadas nos livros de Monteiro Lobato e encadeadas sob tema da alteridade.
- Pedro Malasartes: quatro histórias deste andarilho da tradição ibérica que foi carinhosamente adotado pelo povo brasileiro como símbolo da esperteza gerada pela necessidade.
- Quatro contos tibetanos: histórias da tradição zen budista, considerando as interações que situam o ser humano como parte integrante e atuante da natureza.
- Quatro contos africanos: andarilhos, reis e animais compondo uma amostra da rica tradição dos griots da savana africana, ilustrada por um grande mapa do continente onde se aprende a localizar os países.

Público Alvo: Família

Duração de cada bloco: 50/60 minutos

domingo, 26 de junho de 2011

A Vó - Exercício de Dramaturgia para 27/06/2011

PRIMEIRO PLANO: Fora da casa da Vó - Vida Automática - Frases repetidas - Celular à mão
A FILHA VIVE NA LOJA
Devo pagar a conta
Devo receber o crédito
Devo atender aquela
Devo entender aquele
Devo saber parar

O FILHO VIVE NO TRÂNSITO
Preciso vender isto
Preciso comprar aquilo
Preciso ligar prá ele
Preciso falar com ela
Preciso saber parar

A VIZINHA VIVE NO ESPELHO
Quero um vestido novo
Quero um sapato novo
Quero um novo penteado
Quero um carro mais novo
Quero saber parar

A EMPREGADA E O ENTREGADOR VIVEM RINDO E FALANDO AO CELULAR

SEGUNDO PLANO: A Vó dorme

A Vó boceja e começa a acordar

A Filha põe a máscara e se aproxima

FILHA - Bom dia! Dormiu bem? Sonhou? Fez cocô? Deixa eu ver... Vamos limpar... Assim, levanta um pouco o bumbum...

(troca fralda, troca roupa, ajeita, arruma, limpa, deixa a Vó sentada na cama)

FILHO - Preciso ajudar. Tá na hora. (põe a máscara e se aproxima)

(bate à porta, a Filha abre, ele entra)

FILHO - Bom dia! Dormiu bem? Sonhou? Já comeu? Vamos lá... (junto com a Filha move a Vó para a cadeira) Isso! Tá linda! Bom Dia! Até amanhã!

FILHA - Será que você pode dormir aqui esta noite? Tenho um compromisso...

FILHO - Você sabe que é impossível! Oferece um extra prá empregada dormir... Ela sempre aceita. Eu pago! (beija as duas e sai. Tira a máscara e volta para o trânsito)

EMPREGADA - (ao celular) Tá bom. Depois te ligo. Tenho que trabalhar. Beijo. (põe a máscara e se aproxima) Bom dia, meus amores! (Veste o uniforme) Tudo bem por aqui?

FILHA - (pegando a bolsa) Você pode dormir aqui hoje? Naquele esquema extra...

EMPREGADA - Posso, sim, não tem problema. Vai tranquila... (termina de ajeitar a Vó, entrega um livro para ela e vai cuidar da casa)

FILHA - Até amanhã, então! (beija a Vó e sai. Tira a máscara e volta para a loja)

ENTREGADOR - (ao celular) Tá bom. Depois te ligo. Tenho que trabalhar. Beijo. (põe a máscara e se aproxima carregando água. Bate à porta. A Empregada abre e ele entra.) Bom dia! Chegou a água das meninas! (recebe) Obrigado! Até mais! (A Empregada abre e ele sai. Tira a máscara e volta ao celular.)

VIZINHA - Quero conversar! Vou ver a minha amiga... (põe a máscara e se aproxima. Bate à porta. A Empregada abre, ela entra. Cumprimentam-se.) (para a Vó) Bom dia! Dormiu bem? Sonhou? Já comeu? Tá lendo? Que bom! (começa a conversar animadamente com a empregada sobre trivialidades das quais só se escutam trechos e frases soltas, como "Ai, ainda bem!" ou "Ele vem me pegar hoje à noite" ou "Não sei onde estava com a cabeça!" ou "Você não viu ontem na televisão?")

EMPREGADA - (para a Vó) Vamos almoçar, meu amor? Está com fome? Já está quase na hora...

VIZINHA - Eu vou indo, então. (para a Vó) Tchau! Até mais! (A Empregada abre, ela sai. Tira a máscara e volta ao espelho.)

A Empregada serve a refeição da Vó e almoça junto. Depois arruma tudo e começa a cuidar das roupas, lava e passa. A Vó lê, dorme e às vezes fala sozinha. Às vezes a Empregada fala com ela. Às vezes os filhos aparecem em seu pensamento e ela fala com eles em voz alta, mas a Empregada não liga. Já está acostumada.

EMPREGADA - (para a Vó) Vou trazer seu chazinho, meu amor! (traz uma xícara e entrega nas mãos da Vó.)

A Vó larga o livro para pegar a xícara. Deixa a xícara cair. Cai de lado em silêncio. A Empregada grita. Começa a telefonar. Barulho de ambulância. A Filha põe a máscara e se proxima. O Filho põe a máscara e se aproxima. A Filha e o Filho ajeitam a Vó deitada e coberta. Aos poucos vão se juntando outras máscaras de parentes e amigos atrás da Vó deitada. A Vó levanta, acena a todos e sai de cena. A Empregada recolhe as cobertas e sai de cena. Todos vão saindo de cena e tirando as máscaras. A Filha fica por último.

FILHA - (olhando pela janela) As crianças nunca mais virão brincar no jardim. Agora a casa está vazia. (fecha as cortinas e as portas e tira a máscara.)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sensibilização Interditada - Protocolo 13/06/2011

Prá começar, cada um recebe uma touca e uma venda. Formando duas alas, em silêncio, acomodam suas vendas e toucas. O mestre desloca delicadamente cada um do seu lugar, formando novos pares, frente a frente. Agora inicia-se a comunicação das instruções que conduzirão a vivência.
A regra fundamental é o silêncio para que todos possam ouvir as instruções até o final antes de iniciar as respectivas ações. Sem perguntas. Aprenda com o outro caso não entenda alguma instrução. O mestre estará atento caso haja necessidade de ajudar alguém na realização.
Vocês estão próximos frente a frente. Estendam as mãos delicadamente para a frente buscando tocar as mãos do companheiro à sua frente. Enlacem suavemente as mãos e utilizem este contato para equilibrar os corpos e sentar, mantendo-se frente a frente.
Fica combinado que a mão ativa é a mão direita: ela conduz os movimentos, ela segura e entrega os materiais que serão distribuídos, ela toca. A mão esquerda é a mão passiva: ela é conduzida pelo outro, ela recebe e encaminha apenas o que recebe, ela é tocada. Para fixar esta regra, toquem-se suavemente nas pontas dos dedos utilizando esta dinâmica: a mão direita toca e a esquerda recebe o toque. Recolham as mãos ao colo.
Agora uma ala receberá um material em sua mão ativa. Em seguida este material deve ser ofertado à mão passiva do companheiro que deverá levá-lo ao nariz e aspirar levemente o cheiro.
Agora troquem o material de mãos, obedecendo a dinâmica das mãos ativas e passivas, permitindo que o material seja cheirado pelo outro. Quando estiver concluído, coloquem o material no chão e recolham as mãos ao colo.
Agora uma ala receberá outro material em sua mão ativa. Trata-se de um alimento espetado em palitos. Este alimento deve ser recebido e conduzido à boca do companheiro delicadamente. O mestre estará atento para que o alimento seja corretamente posicionado. Em seguida, quem alimentou, será alimentado. O mestre estará atento para posicionar o alimento na mão de cada um. Apenas recebam, conduzam e degustem calmamente. Quando estiver concluído, coloquem os palitos no chão e recolham as mãos ao colo.
Agora aproximem novamente as mãos e conduzam cada um a mão do companheiro ao seu ouvido. A mão passiva recebe a mão ativa do outro e encaminha calmamente ao seu ouvido. Localizado o ouvido do outro, prepare mentalmente uma canção de apenas uma vogal (aaa ou uuu, por exemplo), aproxime sua boca da mão e suavemente cante baixinho no ouvido do companheiro.
Agora troquem delicadamente de ouvido e digam baixinho uma vogal entoada com um sentimento (como um Ah! de desapontamento ou um Uuuuuu! de susto). Após, recolham as bocas e as mãos.
Aguardem que o mestre os chame e conduza para levantarem-se. Agora girem devagar em torno de si mesmos com as mãos estendidas para a frente. Agora vocês estão sós.
Silenciosamente, desamarrem as toucas e vendas e sentem-se formando uma roda silenciosa. Não haverá troca verbal de impressões sobre a experiência. A conversa esvaziaria as sensações. Depois, durante o resto do encontro, as impressões poderão ser registradas no flip ("o palco").
Agora para finalizar, cada um folheará e escolherá a página que mais lhe atrair do livro no centro da roda e poderá ler uma citação ou compartilhar uma imagem. É opcional.

terça-feira, 14 de junho de 2011

A Vó

Ensaio com a turma do teatro vocacional na Biblioteca Nuto Sant'Anna trabalhando na cena que escrevi.

Quatro Contos D'África

25/06/2011 (sábado) às 13hs. na Biblioteca de São Paulo (Carandirú) estarei apresentando Quatro Contos d'África para todas as idades e espero muita gente lá prá me dizer o que achou, certo? Vai ter bonecos, objetos e até um mapa... Não tem como se perder...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sarau na Nuto

Foi bem legal e tem mais fotos no album do Facebook...

Apresentei o poema Da-Du-Vi-Da que está no Virada...

Estes clowns são da Absurda Confraria que apresentou o Guarda Chuva Poético...

sábado, 4 de junho de 2011

Em breve...

Fotos dos Saraus na Biblioteca Nuto Sant'Anna e contação de histórias na Biblioteca de São Paulo

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dia de Feira

Todo dia é dia de feira menos segunda-feira que mesmo assim tem feira no nome. Então vamos começar com uma barraquinha na feira de Alumínio. Vendendo o quê? O que a gente sabe fazer: arte e artesanato, em peças de todas as formas, bem feitas para fazer melhor o espaço em que a gente vive.
Bembazar é nossa marca no espaço comunitário de um mundo mais solidário feito por todos.